Está pagando por um empréstimo que não contratou ou sofrendo com juros abusivos?

Você pode estar sendo cobrado por um banco de forma indevida e o pior: correndo o risco de pagar por algo que não contratou ou de pagar uma dívida muito maior do que deveria.

A boa notícia é que existem caminhos legais para se defender e reequilibrar essa situação.

Entenda o que pode estar acontecendo

Situações envolvendo bancos nem sempre são claras para o consumidor. Muitas vezes, o problema começa pequeno e vai crescendo com o tempo.

Você pode estar enfrentando, por exemplo:

Cobrança de empréstimo que não reconhece

Valores aparecem no seu nome sem clareza sobre a contratação.

Juros elevados que fazem a dívida aumentar rapidamente

Mesmo pagando, o saldo continua subindo de forma difícil de entender.

Dificuldade para negociar ou falta de resposta do banco

Você tenta resolver, mas não encontra solução ou recebe propostas desvantajosas.

Antes de tomar qualquer decisão, entenda exatamente o que está acontecendo no seu caso

Seus direitos podem ir além do que o banco informa

Mesmo quando existe uma dívida, ela precisa seguir regras.

Com a análise correta, pode ser possível:

Revisar o contrato e reduzir juros abusivos

Contestar cobranças indevidas

Corrigir valores que aumentaram de forma desproporcional

Buscar soluções legais para evitar prejuízos maiores

Cada situação é única, mas muitas vezes há caminhos que o consumidor desconhece.

Diferenciais Rosa Júnior Advogados

A Rosa Júnior Advogados atua há mais de 10 anos na defesa de consumidores em ações contra bancos e instituições financeiras.

Com experiência em contratos bancários e financiamentos, o escritório oferece:

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Perguntas frequentes

Confira algumas dúvidas que recebemos diariamente em nosso escritório:

Descobri um empréstimo no meu nome que não contratei. O que devo fazer?

Isso é mais comum do que parece e você não está sozinho.
Em casos de fraude, o consumidor não pode ser responsabilizado. É possível pedir o cancelamento do contrato, a suspensão das cobranças e até indenização pelos prejuízos sofridos.

Não.
Se ficar comprovado que você não contratou o empréstimo, a cobrança é indevida. A responsabilidade pela segurança da operação é da instituição financeira.

Não.
Descontos não autorizados, especialmente em aposentadorias ou contas bancárias, são considerados prática abusiva e podem ser suspensos judicialmente.

Alguns sinais são claros:
empréstimos que você não reconhece;
valores sendo descontados sem explicação;
contratos que você nunca assinou.
Nesses casos, é essencial agir rapidamente para evitar prejuízos maiores.

Sim, pode.
Quando os juros são desproporcionais ou não são informados com clareza, há indícios de abusividade. A legislação protege o consumidor contra esse tipo de prática.

São taxas excessivas ou desproporcionais em relação ao mercado, que colocam o consumidor em desvantagem.
Muitas vezes, o problema não está só no percentual, mas também na falta de transparência do contrato.

Sim.
A assinatura não impede a revisão. Se houver abuso, falta de informação ou desequilíbrio contratual, a Justiça pode intervir e corrigir a situação.

Sim e isso acontece com frequência.
Através de uma ação revisional, é possível reduzir juros, recalcular parcelas e até eliminar cobranças indevidas.

Sim.
Se ficar comprovado que houve cobrança indevida, você pode ter direito à devolução dos valores pagos a mais em alguns casos, inclusive em dobro.

Nem sempre.
Muitas irregularidades só são identificadas com uma análise técnica do contrato. É comum que o consumidor pague valores indevidos sem perceber.

Você pode buscar órgãos como Procon ou Banco Central, mas, na prática, muitas situações só são resolvidas de forma eficaz pela via judicial.

Não necessariamente.
Cada caso deve ser analisado com estratégia. Em muitos casos, é possível discutir a dívida judicialmente sem gerar riscos imediatos ao cliente.

São mais comuns do que se imagina.
Cobranças indevidas, juros abusivos e fraudes bancárias estão entre as principais reclamações contra instituições financeiras no Brasil.

O primeiro passo é uma análise do seu contrato e da sua situação financeira.
Com isso, é possível identificar irregularidades e definir a melhor estratégia para reduzir prejuízos ou recuperar valores.

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