Mãe, você está com problemas envolvendo a pensão alimentícia de seu filho?

Você pode ter direito a pedir, revisar ou cobrar valores em atraso. Um advogado especialista pode te ajudar a resolver essa situação.

Quem pode pedir pensão? E quando é possível revisar?

A pensão alimentícia é um direito garantido por lei. Pode ser pedida ou revista judicialmente em várias situações:

Mães ou pais que buscam pensão para filhos menores de idade

Pessoas que nunca entraram com pedido formal e vivem sem auxílio

Filhos que precisam continuar recebendo pensão após os 18 anos

Cobrança de pensões atrasadas ou não pagas

Desemprego ou mudança na situação financeira das partes

Pais ou mães que pagam pensão e tiveram redução de renda

Cada caso é único, e um advogado pode orientar sobre o melhor caminho legal.

Ação judicial é o caminho mais seguro para garantir seus direitos

Entrar com um processo pode garantir que:

Diferenciais Rosa Júnior Advogados

A Rosa Júnior Advogados atua há mais de 10 anos ajudando pais e mães a garantirem ou revisarem a pensão alimentícia de forma justa.

Com experiência em Direito de Família, o escritório oferece:

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Perguntas frequentes

Confira algumas dúvidas que recebemos diariamente em nosso escritório:

Tenho direito de pedir pensão alimentícia para meu filho?

Sim. Toda criança tem direito à pensão alimentícia, independentemente da situação entre os pais. Esse direito não é da mãe  é do filho. Se o outro genitor não contribui de forma adequada, é possível buscar judicialmente a fixação da pensão.

Não. O direito à pensão existe mesmo que vocês nunca tenham sido casados ou não tenham convivido por muito tempo. Basta que haja o vínculo de filiação (paternidade).

Ainda assim é possível garantir os direitos da criança. Nesse caso, pode-se ingressar com uma ação de investigação de paternidade, e, uma vez comprovado o vínculo, já é possível fixar a pensão alimentícia.

Não existe um valor fixo. A pensão é definida com base em dois fatores: a necessidade da criança e a capacidade financeira de quem deve pagar. Cada caso é analisado individualmente para buscar um valor justo.

A pensão deve contribuir para todas as necessidades da criança, como alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário e lazer. Não se trata apenas de “comida”, mas de garantir uma vida digna.
Isso não impede o pedido de pensão. Mesmo quem não tem renda formal pode ser obrigado a contribuir. O juiz pode fixar um valor com base em outros elementos, como padrão de vida e capacidade de trabalho.

Sim. O direito da criança não se perde com o tempo. Ainda que nunca tenha sido solicitada antes, a pensão pode ser requerida a qualquer momento.

O não pagamento pode gerar consequências sérias, incluindo cobrança judicial, bloqueio de valores e até prisão civil. A lei é firme na proteção dos direitos da criança.

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Sim, o acompanhamento jurídico é fundamental para garantir que o pedido seja feito corretamente, com a definição adequada do valor e a adoção das medidas necessárias em caso de descumprimento.

É compreensível esse receio. No entanto, buscar a pensão não é criar conflito  é assegurar um direito do seu filho. Quando há orientação adequada, o processo pode ser conduzido com respeito e foco no bem-estar da criança.

Em muitos casos, é possível solicitar uma pensão provisória já no início do processo, garantindo que a criança comece a receber antes mesmo da decisão final.

Sim. Se houver mudança na situação financeira de qualquer das partes ou nas necessidades da criança, o valor pode ser ajustado judicialmente.

Sim. O fato de você arcar sozinha com as despesas reforça a necessidade de fixação da pensão, justamente para equilibrar essa responsabilidade entre os pais.

O primeiro passo é buscar orientação jurídica para entender seu caso específico. Com as informações corretas, é possível agir com segurança e rapidez para garantir os direitos do seu filho.

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